Monday, January 8, 2018

Only Lovers Left Alive - Uma simples narrativa sempre em mutação parapublicar em livro brevemente sobre o meu trabalho nos últimos dois anos


Peaky Blinders - Será que posso rasgar esta página?


Escrever na minha língua materna que é o Português (e que é a 4ª língua mais falada no mundo) sobre um conceito é escrever sobre vários temas como identidade, sobre todos os tipos de amores que temos nesta vida, sobre quem somos, onde nascemos, onde vivemos, sobre memórias ou ideais, sobre uma palavra nunca perdida no tempo chamada amizade ou sobre família na única vida que temos neste pequeno planeta azul em discurso directo, pois gosto muito da cidade onde nasci com toda a magia que a envolve, mas por vezes não entendo como um povo como o português com tanto potencial, deixa-se contaminar não pelo orgulho do que fez e foi no passado na História mundial e pelo que é no presente com ícones internacionais em várias áreas da vida a mostrarem quem são noutros países e com orgulho nas suas raízes, mas sim pelo que é contado em mexericos de programas cor de rosa ou simples redes sociais onde muitas das vezes, o que não parece é devido à forma como nós portugueses comunicamos nas mesmas. 
 Adoro o meu trabalho que é editar, organizar colecções de livros a partir de publicações individuais impressas em idiomas como o português, o espanhol, o alemão ou o italiano, assim como escrever livros e sobre livros a nível internacional para a prestigiada editora norte-americana Fantagraphics (que comemorou 40 anos de existência em 2017) assim como prefácios para livros de autores portugueses ou estrangeiros distribuídos a nível nacional e mundial com uma pequena parte do que tento ser nesta vida através de palavras escritas.
 Sempre achei que nesta vida devemos colocar a nossa alma e coração no que fazemos, logo organizar trabalhos de artistas internacionais em exposições em todo o mundo e curar as mesmas com narrativas é algo que adoro fazer.
 Adorei fazer uma exposição multimédia no Porto em Dezembro de 2016 com a ajuda de mais de 70 artistas internacionais com o tema gatos como animais de estimação, devido a ter perdido a minha gatinha numa qualquer separação.


Numa exposição com o tema Gatos como animais de estimação


 Misturando o pessoal com o profissional fui continuando a desempenhar o meu trabalho nas exposições curadas por mim com a ajuda dos melhores artistas internacionais de sempre a nível mundial em 2016 e 2017 dedicadas a uma personagem icónica na BD e nas artes chamada Valentina que foi criada pelo artista italiano Guido Crepax e que encarnava a mulher moderna do século XX que ele tanto admirava, um pouco por todo o mundo e inclusive curei e organizei uma exposição com a ajuda de artistas internacionais dedicada a um artista uruguaio que foi alguém único de seu nome Alberto Breccia.
 Devido ao facto de estar a trabalhar em colecções dos já mencionados notáveis artistas como o Italiano Guido Crepax e o acima mencionado Alberto Breccia, pensei para mim mesmo quando me colocavam a seguinte questão pessoalmente ou por outras vias perguntando-me: "quem eram os inúmeros artistas de vários países" que faziam na altura, trabalhos a todos os níveis notáveis para várias exposições que fui curando a nível mundial, e pensei em organizar outra exposição sobre quem os mesmos eram em Abril de 2017 com os seus auto-retratos e a sua/nossa identidade como tema e uns meses mais tarde decidi organizar outra comigo como "personagem" um pouco por todo o lado na cidade do Porto e como os mesmos artistas me "viam" tendo como tema uma questão de identidade - fim de uma narrativa, sendo o feedback destas exposições perante o público fenomenal.
 Abaixo podem se ver alguns magníficos trabalhos que alguns dos melhores artistas mundiais fizeram baseados em mim como "personagem" numa narrativa quase em directo, sendo a mesma interactiva, num espaço temporal curtíssimo de uns dois meses.



Obra de arte pela artista Finlandesa Terhi Ekebom baseada em mim para uma exposição sobre identidade


Obra de arte pela artista Belga Dominique Goblet baseada em mim para uma exposição sobre identidade





Obra de arte pelo artista argentino Mr Ed baseada em mim para uma exposição sobre identidade   


Obra de arte pela artista Portuguesa Ana Biscaia baseada em mim e nas minhas sobrinhas para uma exposição sobre identidade



Obra de arte pelo artista Português João Sequeira baseada em mim para uma exposição sobre identidade



Obra de arte pelo artista Espanhol Joaquin Aldeguer baseada em mim para uma exposição sobre identidade



Obra de arte pelo artista Americano Bill Koeb baseada em mim para uma exposição sobre identidade



Obra de arte pelo artista Espanhol Daniel Esteve baseada em mim para uma exposição sobre identidade


Obra de arte pelo artista Argentino Martin Arrizalbaga baseada em mim para uma exposição sobre identidade




Obra de arte pelo artista Argentino Fernando Sawa baseada em mim para uma exposição sobre identidade



 Tentar criar um conceito pessoal e profissional chamado Invicta Indie Arts com a ajuda de vários artistas internacionais (muitos deles meus ídolos da minha adolescência) através de entrevistas exclusivas aos mesmos para este blogue em vários idiomas que podem ser lidas em posts anteriores ou pedindo-lhes permissão para ter os seus trabalhos em simples t-shirts ou canecas personalizadas numa exposição que lidava com uma narrativa sobre identidade comigo como "personagem" na mesma não foi uma tarefa fácil, mas como escrevi ou narrei em posts anteriores neste mesmo blogue nos idiomas Inglês, Português ou Espanhol nada é fácil nesta vida sem trabalho, organização, investigação, dedicação, comunicação e amor pela vida.


Onde o passado colide com o presente tendo em vista melhorar o futuro nesta coisa a que chamamos vida

  Enquanto organizo e escrevo nas colecções tão complexas como as que acabei por organizar sobre o autor italiano Crepax que falava nas suas histórias de todo o tipo de amor que tinha na sua vida com a sua família ou de como via a mulher moderna do século XX, das suas próprias memórias ou das suas recordações na sua vasta obra difundida em vários idiomas no mundo em várias publicações desde os anos 60 até aos dias de hoje e posteriormente em inglês em todo o mundo através da editora Fantagraphics, com muito esforço e dedicação da minha parte a escolher conteúdos gráficos, formato do livro, investigar sobre textos do autor em vários idiomas e pedir permissão para os mesmos serem publicados, escrever textos, organizar cronologias e publicações internacionais das histórias contidas nos livros, a recolher textos sobre o artista escritos pelos melhores escritores mundiais deste género tais como o espanhol Álvaro Pons, o britânico Tim Pilcher, o Brasileiro Marco Lucchetti ou as autoras americanas Kristy Valenti, Sarah Horrocks, Kate Skelly,  a rever traduções, a tentar ver a mínima falha quer a nível de texto, conteúdos ou de grafismo junto com o meu patrão Gary Groth de nacionalidade norte-americana desde 2015 até aos dias de hoje,num trabalho colectivo com a equipa da prestigiada editora também norte-americana Fantagraphics numa colecção ou ainda a pedir tributos a mais de 100 artistas internacionais feitos devido ao facto da comemoração dos 50 anos da personagem Valentina criada por Crepax em 2016 e na qual devido a na mesma estar colocado o meu nome impresso em livros distribuídos para ser lido por leitores em milhares de lares ou cafés em todo o mundo (pois um trabalho como este não é algo que se faça em dias ou semanas, mas sim anos, exigindo a minha máxima e total concentração).
 Tentei mostrar com dedicação e trabalho ao mundo inteiro que um homem simples como eu penso que sou, nascido numa cidade como o Porto poderia inclusive organizar exposições sobre vários temas (e as mesmas foram organizadas e curadas como pode ser visto em posts anteriores neste mesmo blogue com registos das mesmas em livros),sempre com a ajuda dos melhores artistas de sempre em várias áreas das artes tais como fotografia, ilustração, animação, artes plásticas, banda desenhada e com mais de uma centena de artistas internacionais, utilizando como mote para narrativas os livros nos quais trabalhava ou a minha vida pessoal.
 Tentei novamente mostrar ao mundo com sucesso, uma nova visão de como eu e os mesmos vêem questões como identidade, sentimentos ou o papel essencial da mulher moderna do século XXI.
 As mais recentes exposições que curei e organizei em Dezembro de 2017 com a ajuda de dezenas de artistas internacionais também com narrativas foram dedicadas a ideias simples que ocorriam na minha mente como música e músicos (que é um tema universal que todos os seres humanos adoram) ou mesmo uma exposição sobre o que é permanente na nossa vida (que é um tema que todos os seres vivos adoram), requer ainda mais concentração da minha parte.



Com uma t-shirt personalizada baseada em mim e numa gata minha pelo artista Croata Danijel Zezelj e com um desenho oferecido pelo artista Argentino Mr Ed à minha sobrinha mais nova Letícia


 O acto de escrever em narrativas fez com que tenha escrito um livro com argumento da minha autoria pronto para ser publicado sobre o papel da mulher moderna do século XXI em várias cidades do mundo tais como Madrid, Barcelona, Santiago do Chile, Kyoto, São Paulo, Londres, Milão, Varsóvia, Porto e Rio de Janeiro com parte da minha vida pessoal e memórias da mesma com um magistral grafismo formado num espírito de equipa entre mim e vários artistas internacionais, tais como: os artistas espanhóis Fidel Martiñez Nadal, Pedro Espinosa, Toni Benages Gallard, Sandra Hernandez, a artista Polaca Magdalena Minko, o Japonês John Kurokawa, os Brasileiros Brao e Éder, o Português Paulo Pinto, o Argentino Mr ED, contando com extras notáveis do genial artista Espanhol Santiago Sequeiros e do fabuloso fotográfo Alex Korolkovas com modelos profissionais internacionais como as brasileiras Barbara Nogueira e Adriana de Moura,a Russa Vika Costa ou a Ucraniana Katya Kulizhka que encarnaram personagens de papel em carne, osso e alma.


A modelo Russa Vika Costa e a modelo Ucraniana Katya Kulizhka como duas mulheres do século XXI vistas através das lentes do fotografo Alex Korolkovas
A modelo e actriz Brasileira Adriana de Moura como uma mulher do século XXI vista através das lentes do fotografo Alex Korolkovas


A modelo Brasileira Barbara Nogueira como uma mulher do século XXI vista através das lentes do fotografo Alex Korolkovas
 Continuar a trabalhar numa colecção tão complexa como a do autor uruguaio Alberto Breccia com mais de 15 livros para organizar e que retrata injustiças sociais ou como por vezes o mundo é algo sombrio movido nas trevas é algo inimaginável, pois ambas as colecções que coordeno e organizei exigem muito da minha pessoa, desde edição, tradução em vários idiomas na investigação e em toda a comunicação da mesma para a editora norte americana Fantagraphics para a qual trabalho e que publica mais de 100 livros por ano a nível mundial com histórias e grafismos de centenas de artistas internacionais, que são distribuídos por todo o mundo no idioma inglês (sendo posteriormente traduzidos para vários idiomas) em livrarias físicas ou plataformas de venda on-line como a Amazon ou a book depository, onde também pontifica o meu nome em alguns livros, deixa-me com orgulho no meu trabalho, sabendo que o mesmo está ligado a uma rede de distribuição de livros e artistas internacionais e que vou fazendo parte de 40 anos de história de uma editora com tanto prestígio internacional como a Fantagraphics e de um autor como Crepax que criou uma personagem feminina iconica de seu nome Valentina há mais de 50 anos que sempre esteve ligada a vários sectores da arte e mesmo na publicidade, na moda e em mobiliário até aos dias de hoje ou nas obras magistrais do notável artista uruguaio Alberto Breccia que adaptou contos de escritores como os norte americanos Edgar Alan Poe, Lovecraft e várias obras de vários escritores da literatura mundial.


Quem é Alberto Breccia?


 Rever PDFS de livros de artistas internacionais ou portfólios da fantástica arte de cada um deles, assim como ajudá-los no que me é possível com o tempo que tenho, não é uma tarefa fácil.


Uma frase interessante do actor Tom Hardy da série de TV Peaky Blinders que serviu de inspiração Pessoal sobre como reajo ao ver a arte dos fantásticos artistas com quem trabalho    


 Escrever uma narrativa na qual acredito com o lema "Only Lovers Left Alive" faz com que o sangue que corre nas minhas veias e que bombeia o meu coração por vezes se torne um pouco mais frio, pois desde a minha adolescência que percorro as ruas da Invicta, sendo a zona da Boavista desde sempre a minha predilecta, passando pela minha adolescência (há mais de 25 anos), devido à estátua que lá pontifica como hino solene ás gentes do Porto que derrotaram Napoleão e as suas águias com a ajuda de ingleses sem qualquer ponto a limitar o seu nome como infelizmente nos tentam transmitir hoje em dia num slogan ridículo na minha simples opinião.
  Esta zona é marcante para mim também devido ao facto de a maior parte dos meus amigos morarem na mesma, ser uma zona cheia de livrarias com vidas contadas nos livros nas suas estantes prontas para serem comercializadas a um público que necessita de lazer e prazer no mesmo, com as melhores infraestruturas nacionais para os cidadãos da invicta tratarem da sua saúde ou ainda uma verdade indesmentível que se deve a eu adorar futebol e o meu clube ser Boavista Futebol Clube, admirando também neste desporto, quer as equipas treinadas pelo treinador Português José Mourinho, quer o jogador de futebol também Português Cristiano Ronaldo, que tanto fazem a nível mediático para promover este país chamado Portugal cujo nome deriva de portucale ou vulgo país de Portos, dado ao país onde nasci ser banhado litoralmente pelo oceano atlântico como o ponto mais ocidental da Europa e onde se reúne a maior parte da população portuguesa que deveria ter orgulho no que fizemos ou fazemos na história mundial num país á beira mar plantado.


A majestosa Rotunda da Boavista na mui nobre e invicta, sempre leal cidade do Porto

Com as minhas sobrinhas Luzia e Isaura Espírito Santo na Rotunda da Boavista na mui nobre e invicta, sempre leal cidade do Porto


Com a minha sobrinha mais nova Letícia Espírito Santo na Rotunda da Boavista na mui nobre e invicta, sempre leal cidade do Porto



A ver um dos vários jogos do Boavista Futebol Clube ao longo dos anos na companhia do meu irmão César Espírito Santo e das minhas sobrinhas Lara e Letícia Espírito Santo


Uma mulher moderna do século XXI que admiro e o actor Norte Americano Clint Eastwood visto pelos olhos do artista polaco Nikodem Cabala



Obra de arte pela artista Polaca Magdalena Minko baseada em mim para uma exposição sobre identidade para esta narrativa


 Sei que misturar a minha vida pessoal com a profissional nos últimos três anos da mesma em narrativas narradas e escritas ou simples exposições artísticas com a ajuda de vários artistas internacionais faz com que a interpretação do que escrevo seja susceptível a várias interpretações por parte de outros seres humanos providos de inteligência, mas na minha opinião a vida sempre foi o presente misturado com o passado para tentarmos melhorar a mesma enquanto seres vivos na sociedade à qual pertencemos no futuro e neste planeta chamado terra num discurso simples e directo baseado em quem fomos, somos e seremos.
 Recordo-me de quando escrevi o prólogo da edição nacional em Agosto de 2016 para a obra magistral Luna Park do escritor norte americano Kevin Baker em parceria com o artista croata Danijel Zezelj (ao qual fiz inclusive uma entrevista que foi publicada no jornal público, que fez um desenho exclusivo para a mesma, que participou em todas as minhas exposições em vários países do mundo, com outros artistas internacionais e com o qual estou a trabalhar num livro a ser publicado brevemente a nível mundial), tendo sido a mesma publicada pela editora Levoir, sendo distribuída em todo o país, desde cafés, tabacarias, quiosques ou livrarias (estando esta obra esgotada dada a sua aceitação do público) fez com que as palavras que redigi nessa altura fossem um pouco mais complicadas de unir, pois esta obra fala de recordações/memórias do personagem principal da mesma que viveu a sua vida de uma forma bem intensa através das mesmas.



Com a minha sobrinha mais nova Letícia Espírito Santo



Com uma das minhas priminhas de seu nome Rafaela


Com a gatinha Mimi

  Os actos de ler, escrever, investigar sobre livros ou publicações em vários idiomas em cafés da cidade onde nasci faz com que alguma "magia" seja transportada do interior mesmos para o exterior, através das pessoas que os frequentam. 

  O facto de terem-me retirado memórias físicas sem eu saber o porquê num curto espaço de tempo dum espaço físico, estando eu adoentado a apresentar obras e exposições ao mundo inteiro, (sem sequer puder caminhar devido a um problema de saúde) fez-me sentir não como um ser vivo, mas sim como um simples naco de carne devorado devido a ilusões ou simples paixões, estando eu na altura sem os meus documentos ou objectos pessoais, sem o meu trabalho ou as minhas memórias pessoais passadas junto com um animal de estimação que foi apagado de um qualquer PC (como se de repente vivêssemos no tempo em que Estaline dominava a Rússia no decorrer da segunda guerra mundial ao apagar fotos ou elementos do seu partido, a sua vivência e união com os mesmos e depois o mundo descobrir que afinal estes afinal existiram e inclusive tinham uma união com este ditador bem conhecido), enquanto eu somente ia lutando pelos meus direitos enquanto membro duma sociedade europeia faz com que um simples erro que cometi na minha defesa pessoal na altura ou uma escolha na minha vida da minha parte se torne numa injustiça social e vou pensando para mim mesmo:
- Será que tenho direito a cometer um erro, defender-me do mesmo e estar somente no meu cantinho?


Magia em frases e objectos em Peaky Blinders


 Enquanto ia trabalhando, ia vendo e observando séries de TV como "Guerra dos tronos", "Vikings", "Westworld", "Bórgias", "Tudors", "Boardwalk Empire", "Mad Men", "Twin Peaks" ou "Peaky Blinders" (só para mencionar algumas das minhas predilectas).
 Esta última série de TV, mencionada acima, marcou-me e muito, pois a mesma vai descrevendo memórias, os vários tipos de amores que vamos tendo nesta vida numa simples família com um elenco de luxo com actores internacionais notáveis como Cillian Murphy, Tom Hardy ou Adrian Brody, entre muitos outros, com uma banda sonora, fotografia e guarda roupa magistral.
  Tentei com a ajuda de várias dezenas de artistas internacionais transportar o espírito desta mesma série televisiva produzida com a qualidade da produtora britânica BBC, nas exposições que ia e vou curando a nível mundial, pois nesta série de TV que retrata os anos 30 escutamos música contemporânea dos anos 90 e inclusive do século XXI numa simbiose perfeita de emoção e sentimento onde o passado colide com o presente tendo em vista um futuro melhor.


Família e sobrevivência na série Peaky Blinders 

Família e uma palavra/sentimento chamado amor na série Peaky Blinders

 Sou somente um homem que gosta e que sempre gostou muito da sua família acima de tudo e que tenta ser amigo do seu amigo sem pretensões de ilusão, pois na vida devemos nos reger sempre pela dualidade coração/razão com paixão, nunca negando quem sempre fomos no passado, para não cometermos erros no presente, para obter um futuro melhor, numa luta desigual com várias pessoas ligadas a alguém com lapsos de memória, como é retratado nas memórias de alguns actores da fantástica série acima mencionada.


Com as minhas sobrinhas Luzia e Isaurinha



Com a minha sobrinha mais nova Letícia

Com uma das minhas priminhas de seu nome Evinha

44 anos de existência na presença de amigos verdadeiros e com a minha sobrinha mais nova Letícia a querer apagar as velas do bolo de aniversário comigo 


Com a minha priminha Luna que adoro 

Com a minha priminha Luna que me adora

 Acredito-me e muito no amor e amo a vida, as pessoas, os meus animais de estimação, os meus amigos, as artes e as pessoas especiais que vão entrando na minha vida, não guardando ódio ou rancor aos que da mesma saíram, pois sei que existem mais de 6 mil milhões de pessoas no mundo.
 Muitas das vezes digo para alguém especial na minha vida: "não é bom amar e ser amado de volta de uma forma contínua num círculo perfeito?".
 Por vezes, penso isto para mim mesmo quando me dizem que só os amantes têm direito a viver a sua vida:
 - Será que um amante pela vida como eu sou, por pessoas, animais, família, natureza, ecossistema e que acredita numa palavra/sentimento chamada "amor" não tem o mesmo direito?
- Será que tenho que me vergar ao vil metal e entrar num qualquer síndrome de Estocolmo devido á exploração de pessoas através de tortura psicológica, como muita boa gente faz devido a serem exploradas no seu salário e horário, vilipendiadas na sua vida, após a perca de alguém querido e a quem eu fiz uma promessa enquanto a mesma estava viva e lúcida e depois tentarem obter com este sindrome muito em voga simples dinheiro na procura da satisfação dos seus prazeres nesta vida para colmatar essa mesma perda? 




- Será que tenho que me assemelhar a uma simples raposa na vida, tentando ser um pouco mais astuto na minha defesa, do que dezenas de seres humanos que se assemelham a hienas ou abutres, que são animais que respeito, mas que fazem de tudo para se alimentar de restos de vidas enquanto percorrem áreas que eu percorria na zona da Boavista em redes de imobiliário de luxo geridas por um membro de um grupo, oriundo de Amarante, devido a este ter-se metido na minha vida na procura de prazer, com uma fortuna calculada em 500.000€ ou ser casado com alguém que dita leis no país onde nasci, pai de filhos e um "suposto" exemplo a seguir nesta sociedade?  


Redes de imobiliárias de luxo num qualquer grupo em Gaia e na Boavista  

Cafés onde parava e a proximidade com uma rede de imobiliária de luxo gerida por um suposto "respeitado" membro de um grupo que inclusive explorava cafés e até funcionários dos mesmos através da ameaça e terror psicológico conforme se pode ver através de simples mapas de Google.


Uma Trading e um café onde eu parava há mais de 12 anos e que inclusive o meu avó paterno frequentava


Google maps e uma Trading 

Ou será ainda que tenho que entrar num cabaret vicioso como descrito na obra prima "V" publicada em 1984 pelo escritor britânico Alan Moore (trabalhando eu com a sua esposa de origem norte americana Melinda Gebbie numa palestra para o público e na criação de rótulos para a prestigiada marca de vinhos Niepoort na região do douro para os mercados ingleses, alemão, francês e belga através da presença física da mesma com outros artistas internacionais num festival multimedia de artes chamado MAB organizado por mim e uma pequena equipa com o conceito invicta Indie Arts que decorreu em março de 2012 com o apoio da faculdade de Belas artes do Porto, do instituto francês do Porto, Goethe institut, Niepoort, do Museu Porto Cartoon, do festival de cinema Fantasporto e que foi difundido em todos os media possíveis, desde jornais nacionais, RTP 1 e internacional em directo, todas as linhas do metro do Porto rádio, internet, divulgação em todas as faculdades do norte do país, panfletos ou colocação de Posters em pontos fulcrais da invicta como mencionei em posts neste mesmo blogue e tendo a banda sonora para a obra acima descrita ter sido cantada com as palavras do escritor britânico Alan Moore através do músico britânico David J, membro da mítica banda também britânica Bauhaus, também em 1984 e dado origem a um filme com actores mundialmente conhecidos como Hugo Weaving, Natalie Portman, John Hurt e posteriormente ao movimento chamado  Anonymous) e com arte gráfica de David Lloyd ao qual fiz uma entrevista publicada também no jornal público em Julho de 2016 aquando da publicação da obra "V" em edição nacional, também distribuída em todo o país e que foi um dos artistas internacionais com os quais curei exposições em vários países como tributo a Valentina de Guido Crepax e que já foi publicado com distribuição internacional com o meu trabalho através da editora norte americana fantagraphics
Respeito quem pensa assim e numa qualquer forma de lazer/prazer onde o dinheiro é a chave para tudo, não olhando a meios ou vidas para alcançarem os seus fins, mas isto não é algo que me interesse de todo.


Um cabaret vicioso com argumento do fantástico escritor Britânico Alan Moore e com o artista também Britânico David Lloyd


   Somente sei que sou um simples cidadão europeu que nasceu numa cidade chamada Porto que é conhecida em todo o mundo pela humildade dos seus habitantes  e que adoro comunicar seja a nível escrito, narrado ou verbal com simples interesses como tem um homem normal, seja nas artes, no futebol, nos animais de estimação que tive e tenho e no sexo oposto ao meu que me surpreende todos os dias da melhor forma possível, que faço tudo pela minha família, tentando escrever narrativas  directas através das minhas próprias ideias ou ideais para livros que estão em gráficas a serem impressos para serem distribuídos a nível mundial com histórias baseadas na vida real, no imaginário, com fábulas, poesias, em livros infantis, sabendo que tenho 44 anos e que apesar de não me acreditar em contos como "João e o pé de feijão" ou não gostar muito dum prato tradicional português como "Bacalhau à Gomes de", sabendo também que não me chamo Paulo, que sou um pouco como o santo São Tomé (tenho que ver para crer), que não sou um arquitecto casado e com filhos a gritar no deserto pelo passado como algo demasiado vaginho em projectos balonas, que não gosto muito de pessoas sem vida ou amor próprio e que gritam aos 7 ventos as suas virtudes de terem sempre estado sempre sós num qualquer Cleto, que não admiro por aí além membros do sexo feminino que têm filhos de pais incógnitos, que não aprecio seres humanos também membros do sexo feminino que pedem filhos aos seus companheiros meses após se terem conhecido, dado o tempo de gestação das mesmas estar a finalizar (como se os mesmos tivessem culpa do passado anterior á sua presença nas suas vidas) tentando aprisionar os mesmos em casa, com hemorragias internas e com ciúmes incontroláveis devido a um simples acto chamado comunicação com seres humanos de ambos os sexos.
 Comunicando que no final de uma relação dizem que se os seus companheiros não queriam ter filhos nesse curto espaço de tempo após tê-las conhecido nunca teriam tido uma relação com os mesmos (como se os mesmos fossem somente meros geradores de filhos e pouco mais), ou que estes não poderiam amar um animal de estimação que trouxeram da rua, que não deveriam lutar pelos seus ideais e compromissos para com a palavra de alguém que já não está fisicamente neste planeta ou ainda apesar de adorar o nosso querido Zeca Afonso (que nunca trabalhou numa tabacaria ou teve familiares a trabalharem em gabinetes de justiça ), nunca irei misturar alhos com bogalhos, quando alguém próximo de mim me grita numa semana que está a ser perseguida por uma qualquer pessoa alcoólica e nojenta e na semana a seguir entra num estado amnésico/narcoléptico numa bipolaridade constante consoante as suas conveniências, usando simples seres humanos como meros joguetes para atingir os seus fins numa escalada sem fim, sendo eu alvo de ameaças à minha integridade física e mesmo existência por bastantes pessoas, desde tentativas de atropelamento com viaturas móveis até membros corporativos que deveriam ser mais profissionais a defender cidadãos trabalhadores que descontam todos os meses para o seu salário no restabelecimento de uma qualquer ordem nesta sociedade, apesar de terem conhecimentos ligados a pessoas que se acham o rei Dom Carlos num país sem rei, que apreciam o nevoeiro, as trevas, simples enciclopédias, que gostam e possuem armas de fogo, de jogos de futebol viciados e do aconchego de árbitros deste desporto em noites frias, de gritar com membros do sexo feminino em público ameaçando-as de morte e depois fazem-se passar por "santos e inocentes" ligando muito á religião católica para inglês ver em simples redes sociais?   
 Sei que irei acreditando cada vez mais em seres vivos (sejam humanos ou não) do que no vil metal que é necessário entre a espécie à qual pertenço, mas que definitivamente não é, nem deveria ser tudo (na minha opinião) nesta coisa a que chamamos vida, onde por vezes dormimos com o inimigo e os nossos supostos "amigos" ajudam este a apunhalar-nos nas costas com demasiada força no claro intuito de matar lentamente um simples ser vivo, quer a nível de memórias ou mesmo fisicamente, devido a interesses que (des)conheço e onde muita gente "amiga" tentou se aproveitar da fragilidade de um simples ser vivo para gritar aos sete ventos as vantagens de ser feminazi imaginando-se a si mesma com a coroa do imperador romano Júlio César na sua cabeça, ou ainda outros para usufruto próprio de objectos ao preço da chuva, ideias baratas ou grátis num qualquer mar de Prata enquanto uma injustiça social está a acontecer e onde mesmo quem nos deveria defender com claridade a nível de justiça com testemunhos e provas de factos, ataca e ameaça alguém num gabinete fisicamente para ver se existe um qualquer tipo de reacção para seu próprio gaúdio e proveito financeiro, acreditando-se numa qualquer Mesquita muçulmana sediada na cidade de Gaia e que na sua opinião pessoal acha as pessoas pobres ou sem posses são uma praga da sociedade sendo ele mesmo pago para esse efeito com os impostos que qualquer cidadão europeu faz (seja ele pobre ou rico) para o desempenho do seu trabalho não nos defendendo permanecendo quieto que nem um poste duma baliza, quando vou sendo acusado numa sala de coisas ligadas a redes sociais, como se estas definem-se um estado comportamental, defendendo-me eu sozinho enquanto um mero indivíduo, perante um constante bombardeamento sem sequer puder me defender dos "remates" que vão fazendo à minha "baliza", e este ser vivo ainda me comunica que eu deveria ler mais sobre os direitos e deveres da sociedade e deixar de ler o que eu leio, desconhecendo em absoluto a matéria sobre a qual vou lendo numa Europa com leis próprias e absolutas num espaço de tempo em processos distintos, onde tenho ainda de fazer investigação de factos e sozinho? 
Obrigado a todas as pessoas que sempre me apoiaram nesta narrativa e a todos os artistas internacionais que através do que foram assistindo no desempenho do meu trabalho por todo o mundo, através de simples comunicação (por vezes quase telepática) em vários idiomas em menos de dois anos, sempre acreditaram e apoiaram algumas das minhas ideias sobre livros, artes e exposições no meu trabalho e na minha forma de comunicar.
 Um obrigado especial aos meus verdadeiros amigos, família, ao artista Argentino MR ED que sempre demonstrou ser não só um excelente artista, mas também um enorme ser humano, ao Daniel Castro pela cedência do espaço do seu magnifico café chamado boémia caffe situado na avenida de França junto à rotunda da Boavista (que frequentava há mais de 14 anos) para o desenvolvimento de algumas das minhas ideias, ao meu patrão Gary Groth e a alguém muito especial na minha vida, pois na vida que temos não existe nada melhor do que amar e ser amado sem exigir ao outro mundos e fundos materiais em troca de um qualquer sentimento.
     
Narrativa a continuar e concluir em breve.


Um simples personagem da série Peaky Blinders com uma mala com papéis  

Para finalizar este post deixo aqui uma música sensacional chamada "Lotus Flower" com uma mensagem incrível que escutava da banda musical britânica Radiohead enquanto redigia o mesmo com a sua letra no idioma inglês e com a qual me identifico bastante.

I will shape myself into your pocket
Invisible
Do what you want
Do what you want
I will shrink and I will disappear
I will slip into the groove and cut me off
And cut me off
There's an empty space inside my heart
Where the weeds take root
And now I'll set you free
I'll set you free
There's an empty space inside my heart
Where the weeds take root
So now I'll set you free
I'll set you free
Slowly we unfurl
As lotus flowers
'Cause all I want is the moon upon a stick
Just to see what if
Just to see what is
I can't kick your habit
Just to fill your fast ballooning head
Listen to your heart
We will shrink and we'll be quiet as mice
And while the cat is away
Do what we want
Do what we want
There's an empty space inside my heart
Where the weeds take root
So now I'll set you free
I'll set you free
'Cause all I want is the moon upon a stick
Just to see what if
Just to see what is
The bird lights float into my room
Slowly we unfurl
As lotus flowers
'Cause all I want is the moon upon a stick
I dance around the pit
The darkness is beneath
I can't kick your habit
Just to feed your fast ballooning head
Listen to your heart






  Manuel Espírito Santo 
 
       

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