Saturday, July 1, 2017

Conceitos, movimentos, história da humanidade, família, fronteiras,identidade e sentimentos

Por vezes este blogue parece um pouco narcisista, mas como me lembro de jogos, puzzles, sentimentos, história da humanidade, o famoso conceito sem fronteiras (do qual me falam desde a minha infância), sentimentos e movimentos, decido colocar tudo a "fermentar" para uma narrativa mais bem delineada (ou alienada) a ser escrita no futuro.
 As redes sociais fazem-me um pouco de confusão, mas como as utilizo para comunicar (e só sei comunicar com algum sentimento para com as pessoas pelo mundo fora), peço por vezes ajuda a vários artistas internacionais para desenvolver possíveis narrativas no futuro para um livro ou vários livros ou para tentarem ajudar-me no meu trabalho de investigação, de datas, acontecimentos históricos mundiais, ideias, conceitos e tudo isto faz com que eu me recorde de imensas coisas do meu passado (desde criança) para tentar construir narrativas lógicas, oníricas, biográficas ou inclusive sociais.
 As ideias ás vezes surgem do nada, outras vezes são construídas com algum tempo numa ordem com caos que demora algum tempo a ser narrada.
 Recordo-me de ter pedido ao fantástico artista espanhol Javier Olivares (criador do fabuloso livro "las meñinas" junto com o escritor espanhol Santiago Garcia), um simples desenho desta obra para imprimir numa t-shirt personalizada para mim, porque acredito nas meninas/mulheres como musas inspiradoras, sendo o sexo mais forte (pelo qual o sexo masculino batalha), como mães de futuros homens ou mulheres e sempre vivi desde muito novo com este conceito bem presente na minha mente quando inclusive na escola (dado ser um  rapaz que desejou aprender Letras no passado), fui crescendo rodeado de mulheres e por vezes era o único membro do sexo masculino nas turmas escolares, o mesmo aconteceu com a minha família, pois fui sempre mais educado por mulheres do que por homens (acho que o sexo masculino é demasiado básico e directo para ser estudado psicologicamente, talvez se deva ao facto de eu pertencer ao mesmo também numa qualquer questão retórica.)  



T-shirt personalizada do artista espanhol Javier Olivares 


Quando era criança adorava o livro "onde está o Wally?
Tinha alguma piada e era uma espécie de puzzle porque víamos o Wally em todo o lado nos livros.
Numa fase bem madura da minha vida, relembrei-me várias vezes desses livros e na minha lógica/senso comum decidi que poderia ser uma espécie de "Wally", sendo ao mesmo tempo também turista e divulgador de sítios incríveis da cidade onde nasci e que vou divulgando humildemente com emoção e sentimento para com os artistas internacionais com quem eu comunico nas redes sociais, telemóvel ou e-mails para desenvolver o meu trabalho também como curador de exposições.
 Sei que vários artistas internacionais do sexo masculino e feminino foram gostando desta minha postura na vida que inclusive me conheceram pessoalmente e/ou querem conhecer e eu sempre adorei mostrar as entranhas da cidade do Porto misturada com sentimento desde a minha adolescência. 
 Pensei um pouco sobre este assunto e achei que seria interessante alguns artistas internacionais conhecerem um pouco a cidade do Porto pelos meus olhos, pela minha mente, pela comunicação feita com alma e coração ao longo de vários meses (desde 2016 até ao presente dia), através de cafés que frequento em todas as artérias da cidade do Porto ou até a caminhar em várias ruas da INVICTA em momentos históricos, quer de dia ou de noite, sozinho ou misturado com algumas pessoas.










Numa manifestação de t-shirts
 Abaixo seguem algumas fotos de trajectos que fazia e faço várias vezes 
por semana ou várias vezes ao dia (dependendo sempre da minha disponibilidade e mobilidade dos meus membros inferiores gastos pelo tempo).    




No Garça Real onde passado/presente e futuro colidem

Um mero olho



Perdido num vício  


Junto a um ardina  

Junto a uma fonte pagã 

No fabuloso Conga  

No fantástico café/conceito Miss Pavlova 
No Snipe 



Na Casa Ramos 

No Place like home - Boémia caffe  

Em plena Avenida dos Aliados 


Num café na Boavista com uma frase emblemática do poeta francês Jean Arthur Rimbaud  

Num café na Boavista na presença de uma frase de Rimbaud 

No place like home - Boavista  

Na rotunda da Boavista 

No Ponto 2

No Capitólio 

Na magnifica estação de São Bento



Sendo eu somente um Zé Ninguém no Porto e com poucos vícios, não poderia deixar de fumar uns cigarros pela manhã, tarde ou madrugada enquanto trabalho e decidi personalizar uma simples cigarreira com desenhos oferecidos pela artista espanhola Sonia Pulido inspirado na banda musical Mazzy Star que adoro e noutro do artista argentino Mr Ed com uma personagem feminina com um nome curioso que fuma bastante e assemelha-se a uma simples vampira.    



Cigarreira personalizada com um desenho do artista argentino Mr Ed 




Cigarreira personalizada com um desenho da artista espanhola Sonia Pulido


O passado por vezes colide com o presente e o futuro de cada ser humano através das nossas memórias/recordações que se  podem transformar novamente no presente ou no futuro a qualquer momento das nossas vidas ou pudemos simplesmente ficarmos viciados em amnésia.    


Condomínio bem sossegado onde vivi cerca de 14 anos da minha vida em Francelos - Gaia  



Num lugar qualquer perdido da minha mente, também me lembrei de fazer uma t-shirt personalizada com autorização do famoso artista internacional David Lloyd com um desenho que tinha pedido ao mesmo para a sua inclusão na edição portuguesa de "V for vendetta" com os personagens principais da mesma chamados "V" e "Evey" da editora Levoir com distribuição em todos os quiosques deste país e que fiquei incrédulo devido a este não ter sido incluído na edição portuguesa (talvez seja um problema de falarmos o mesmo idioma ou talvez seja um péssimo editor em Portugal) desta obra icónica escrita pelo inglês Alan Moore devido a decisões editoriais e que fez com que uma ida da minha pessoa a Lisboa para estar com o artista acima mencionado num evento bem divulgado de perguntas e respostas num encontro aguardado quer por mim, quer pelo próprio David Lloyd se tornasse num tormento, lembro que este livro deu origem a um filme reconhecido mundialmente com actores como Hugo Weaving, Natalie Portman ou John Hurt com o nome homónimo da banda desenhada da qual foi adaptado e a máscara concebida pelo artista para o personagem principal deu origem ao movimento internacional "anonymous" 
Logo, pensei em captar um pouco desse registo numa simples t-shirt que carrego no corpo, na mente, no coração, na alma e na memória.      
Na trindade com uma t-shirt personalizada do artista inglês David Lloyd



Num flashback na minha mente, pensei em construir um pequeno puzzle de uma história que enaltecia a mulher moderna do século XXI através de memórias, recordações, sentimentos, humanidade, amizade, amor pelo próximo, pela família e por animais de estimação num ritmo aparentemente musical com argumento meu numa t-shirt personalizada para dar movimento a algo estático como é a banda desenhada com a simples deslocação do meu corpo físico, com palavras escritas em várias línguas e com desenhos fantásticos dos artistas espanhóis Fidel Martiñez Nadal (a quem fiz uma entrevista neste mesmo blogue) e Pedro Espinosa, a fabulosa artista plástica polaca Magdalena Minko e o excelente artista argentino Mr Ed (também entrevistado por mim neste mesmo blogue) e estamos a pensar em publicar um livro com as mesmas num trabalho colectivo internacional em vários idiomas com promoção de todos os artistas que colaboraram nesta mesma ideia e também por parte do vocalista Franz Treichler da conhecida banda musical suiça The Young Gods.
  No aspecto criativo deste livro, o que contava na altura era o presente que agora é o passado e que poderá ser o futuro do amanhã com a mera publicação deste livro (talvez com o conceito/nome deste blogue INVICTA INDIE ARTS como editora)      

Em Santa Catarina com uma t-shirt personalizada dos artistas espanhóis Pedro Espinosa e Fidel Martiñez Nadal, a polaca Magdalena Minko e o argentino Mr Ed  


     
No meu passado alguns excelentes artistas internacionais tinham feito caricaturas/desenhos do meu rosto e de repente alguns voltaram a desenhar no presente e outros irão desenhar ou não num futuro imediato a minha figura para um projecto pessoal com a ajuda de artistas de várias nacionalidades e com livros publicados em todo o mundo e em vários idiomas com uma narrativa versada em sentimentos por humanos e animais, emoções, fronteiras e identidade.




Caricatura minha do artista Argentino Carlos Dearmas - JUNHO DE 2017  

Pintura da minha pessoa com a minha gata Ilvie feita pelo artista espanhol Jon Ander Azaola - JUNHO DE 2017

Desenho do meu rosto pela artista belga Dominique Goblet  - MARÇO DE 2012  

Desenho do meu rosto pelo artista polaco NIKODEM Cabala  - MARÇO DE 2017 

Caricatura minha do artista Espanhol Pedro Espinosa - DEZEMBRO DE 2015  

Caricatura minha do artista português Paulo Pinto - DEZEMBRO DE 2016

Desenho do meu rosto pelo artista belga Christophe Swijsen  - JUNHO DE 2017

Caricatura minha do artista espanhol Joaquin Aldeguer - JUNHO DE 2017 


Desenho da minha pessoa com a minha gata Ilvie feita pela artista francesa Isabel Pessoa - JUNHO DE 2017  



Desenho do meu rosto pelo artista Sérbio Danilo Milosev  - JUNHO DE 2017 

Novamente cheio de trabalho como editor/agente/escritor/colaborador de vários livros a serem publicados em todo o mundo e em vários idiomas pelo mestre Alberto Breccia, apesar da falta de tempo para por vezes fazer algo simples como comunicar, dedico grande parte do tempo que tenho numa linha pedagógica de crescimento sustentado da minha sobrinha mais nova de 6 aninhos chamada Letícia/Moana/Rapunzel para seguir a mesma lógica do passado com as minhas outras sobrinhas Lara, que tem 13 aninhos, Luzia que tem 11 e Isaura que tem 9 e que se torna no agora meu presente e que irá se tornar no meu futuro com o crescimento das mesmas para se tornarem em mulheres modernas do século XXI com sonhos, independentes, com o conceito de família sempre bem presente, repleto de magia eterna nos seus sentimentos.


Com a minha sobrinha/princesa Letícia/Moana/Rapunzel 

Como adoro colocar música neste blogue deixo aqui um tema incrível da banda nacional Mão Morta com a respectiva letra







tenho os passos vigiados no labirinto das notícias. das
estatísticas não consigo escapar. quimeras mercantis e
mexericos mediáticos invadem-me a solidão. a realidade
não existe. a fuga é para lado nenhum. tive uma ideia,
tive uma ideia, vamos fugir! tive uma ideia, tive uma
ideia, foge comigo! tive uma ideia, tive uma ideia,
vamos fugir! tive uma ideia, tive uma ideia, foge
comigo! a informação está em toda a parte. mil olhos
nos vigiam. ninguém sabe quem dá as ordens. mas elas
cumprem-se. a teelvisão transmite-nos a realidade,
transmite-nos as ordens. eu cumpro. a única fuga é a
loucura. tive uma ideia, tive uma ideia, vamos fugir!
tive uma ideia, tive uma ideia, foge comigo! tive uma
ideia, tive uma ideia, vamos fugir! tive uma ideia,
tive uma ideia, foge comigo! tenho um grilo falante um
grilo falante um pateta desastrado desastrado um
cavaleiro andante cavaleiro andante um pardal
alucinado pardal alucinado tenho uma top-model uma
top-model um vingador implacável implacável tenho um
prémio Nobel tenho um prémio Nobel uma amante
insaciável insaciável tenho um serial killer tenho um
serial killer tenho deus disfarçado deus disfarçado
sou o maior dealer sou o maior dealer que se encontra
no mercado.







Irei ter imenso trabalho nos próximos tempos, mas será que alguém consegue algo nesta vida, sem divulgação, promoção ou trabalho?



Da mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto
Manuel Espírito Santo 







       

Sunday, June 25, 2017

Uma mera questão de consciência

“…nesta época estranha a inteligência parece estúpida e a estupidez inteligente, e torna-se salutar desconfiar de ambas por questão de prudência….” (Lobo Antunes, MEMÓRIA DE ELEFANTE)



Por vezes vou-me perdendo em palavras desfocadas de coisas que li, reli, investiguei e que colidem demasiadas vezes com a minha existência enquanto ser humano.
 Ao reler livros em pleno século XXI como "1984" de George Orwell, pequenos contos de Júlio Cortazar, "Escuta, Zé Ninguém", de Wilhelm Reich, excertos da magnifica obra "The Invisibles" de Grant Morrison ou "Perramus" de Sasturain com Alberto Breccia ou ainda retendo pequenas imagens de filmes do cineasta português João César Monteiro (que na minha opinião é talvez o melhor realizador mundial de todos os tempos) e que me vão aparecendo nas mãos fico com a sensação que o ser humano deambula demasiado por subterfúgios, nos quais uma simples barata ou centopeia desdenharia entrar.







Página de "Perramus" de Sasturain e Alberto Breccia

Página da fantástica obra "The Invisibles" de Grant Morrison 


João César Monteiro


 Logo lembrei-me de começar este post com um pequeno excerto de um livro memorável para mim a todos os níveis de António Lobo Antunes chamado "Memória de Elefante" e no qual o autor vai narrando episódios da sua vida, num primeiro romance sobre o qual me confidenciou há mais de treze anos pessoalmente nas suas próprias palavras que o mesmo "era um livro cheio de sangue".
 Por vezes vou batalhando na minha mente como um elefante com memória que vai sendo atacado por diversas hienas das quais o mesmo não se consegue livrar mesmo, enquanto vou pensando para mim mesmo se "250.000 euros de um possível divórcio é o suficiente para várias hienas atacarem um pobre elefante numa gritaria sem fim" enquanto uma hiena amedrontada que acredita em estórias/fábulas como o "João Pé de Feijão" vai continuando a calcar inúmeros papéis, sem saber muito bem o que está a fazer com medo que as outras hienas também a devorem num processo contínuo de reciclagem do seu passado e presente.

Um elefante a lutar contra hienas 



 Desde que sou criança que sempre me fez confusão machucar sequer uma aranha ou uma formiga de uma forma intencional, mesmo quando via alguma criança a fazer estes actos condenava-a de uma forma ética e moral.
 Por vezes perdido a escutar as palavras do livro "Escuta, Zé Ninguém" de Reich na minha mente, só me vem à cabeça uma investigação pessoal que fiz e que querem que a mesma seja desacreditada, mesmo por quem deveria me defender, por todos os meios possíveis e imaginários da consciência e condição humana.
 Outras vezes vão-me dizendo que não deveria ter memórias ou até sentimentos enquanto um mero e simples ser vivo que habita este planeta.
 Penso muitas vezes para mim mesmo em frases como "Quem sou?" ou "O que faço?" neste mundo enquanto vou continuando a tentar trabalhar com alma e sentimento e perdendo demasiada energia e até contractos a nível mundial que colocam em causa a minha subsistência enquanto um mero ser vivo.
 Saio para respirar um pouco e sou novamente rodeado por hienas histéricas que tentam me devorar vivo e vou-me sentindo como se estivesse a ser cozinhado enquanto ainda estou vivo.
 Continuo a deambular na mui nobre e invicta cidade do Porto somente com uma ideia/ conceito com a ajuda de artistas internacionais pelo qual vou lutando com poucas forças com a minha família e a minha gatinha Ilvie sempre no meu pensamento.

T-shirt personalizada com um desenho do artista espanhol Javier Olivares baseado no  seu livro "Las meñinas"  escrito por Santiago Garcia 

T-shirt personalizada com um desenho do artista britânico David Lloyd baseado no  seu livro "V for Vendetta"  escrito por Alan Moore 



 Até conseguir concretizar esta mesma ideia, vou reunindo meras palavras em pequenos textos de uma forma artesanal como se de meros origamis se tratassem.
 Lembro-me de quem sou, lembro-me dos ideais da minha família e acima de tudo lembro-me de onde nasci, na mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto numa casa bem humilde onde comecei a escrever e na qual continuo a escrever páginas nesta vida que todos temos.        

Esperando puder concretizar os meus conceitos quer a nível profissional, quer a nível familiar.

Fantástica caricatura de mim feita pelo incrível artista argentino Carlos Dearmas 


 Manuel Espírito Santo     

Wednesday, June 21, 2017

Trying to work with international artists in a concept/play in the future


My professional cards and a vintage Radiohead t-shirt 

 Sometimes people do tell me that exhibitions should be held at galleries and I always question them with some inner thoughts that I truly believe in like these ones:
 - Art should be available to every single being in this planet.
 - Even static art should be able to create movement.
 - Art and life most of the times should be like a soccer game and we must know how to play it.
 Other times I'm talking/chatting/communicating with all the kind and generous artists that wanted to pay a tribute to Alberto Breccia and his works (or other exhibitions that I've curated in recent past) while suddenly we're talking about soccer, games, mankind, the nature of human existence or raising questions like this one:
Why, we as human beings are superior to any living being that was born in this same planet as us?
 I love to share also a bit of what I am, who I am and where I am to all of them while they do the same thing to me, because I know that artists are not only gifted with skills, they do know how to observe common people and portray them and they're always real generous.

Mourinho as seen through the eyes of Italian artist Stefano Zattera


 Lots of times I think that I'm only one guy and that several times I communicate with dozens of artists weekly (I've lost track with how many artists I've worked with in the last two years, but I'm sure that were easily more than one 150 truly gifted international artists) and I'm truly happy with all the artists that I've worked in the past, that I'm working in the present and that maybe I'll work in the future.

A Concept

Other times, I'm chatting about some ideas with Argentine artist Mr ED and I do tell him this:
- Ed haven't you noticed that I'm dead?

Ghost in a mirror

Some people know that I love books, great books, with excellent design on them, because I do believe in books and the knowledge that comes with them throughout all world history, but I also know that I must pay attention to my nieces and nephews that are growing and growing, never forgetting my past or my present that will always collide in my future (this happens to every single being in this planet) and that's why sometimes I don't have time at all to communicate properly regarding some ideas that I've concerning Arts or Books.

Me, my niece Lara and my brother César watching a soccer game at Boavista  

Playing hide and seek with my nieces Luzia and Isaurinha

Top models in action - my niece Luzia - Part 1

Top models in action - my niece Isaura - Part 2
My youngest niece Leticia with a wolf in a personalized mug with artwork by Mr Ed  

My niece Isaurinha and Ilvie

Leticia as queen of all streets in Porto


 Other readers of this blogue perhaps have read that I really love my kitty Ilvie also and that I'll always love her.

Ilvie and books,/books and Ilvie 
    .

 I know little in life because I always try to be a simple and an humble guy from a small town in Portugal named Porto.
 Thanks to all the kind and generous international artists with published books all over the world for their support and for their patience while communicating with me in several languages and for their amazing skills in arts.

 Special thanks to Daniel Castro, to Argentine artist Mr Ed for all his help on graphic design (even when I've said to him something like this last year and last month "Hey Ed, it's May, why don't we make a theater play? :)"
 To the awesome daughters and artists that Alberto Breccia raised named Patricia and Cristina and that I deeply treasure in my heart and soul.  

Da mui nobre e invicta cidade do Porto
Manuel Espírito Santo